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Marciano Ponciano

Marciano Ponciano

MARCIANO PONCIANO- Sou natural de Aracati-Ce, terra onde os bons ventos sopram. Na academia da vida constitui-me poeta, realizador de sonhos, encenador de máscaras. Na academia dos saberes acumulados titulei-me professor de Língua Portuguesa e especializei-me em Arte-Educação. O projeto de vida é semear a arte por onde passe: teatro, poesia, artes plásticas- frutos da experiência acumulada em anos dedicados a ser feliz. Quando me perguntam quem sou - ator, poeta, encenador, artista plástico, educador? Afirmo: - Sou poeta!

Publicou:

Poetossíntese. Coletânea de poemas. Ed. própria. Aracati-CE. 1996.

Caderno de Literatura Poetossíntese. Coletânea de poemas. Ed. Terra Aracatiense. Aracati-CE. 2006.

aracaty. Cadernos de Teatro. Ed. Terra Aracatiense. Aracati-CE. 2010.

Aracati, cidade histórica no Ceará, berço da imprensa cearense, se torna palco de um encontro ímpar entre gravadores de diferentes culturas na exposição Internacional Print Ceará. Em cartaz no Instituto do Museu Jaguaribano até o dia 20 de julho, a mostra apresenta um panorama vibrante da produção gráfica contemporânea, tecendo um diálogo entre poéticas visuais de 17 países.

Desde muito pequena, Isadora Duarte percebeu na arte um trampolim para as sutilezas. Com seu olhar atento, capturou das imagens a poesia latente em cada contorno e matiz, traduzindo-as em plurissignificações. Bebeu nas fontes do teatro ainda na educação básica; enveredou-se pela dança em expressões dramáticas e encontrou nessa miscelânea de experimentações um lugar para arte como ofício e expressão do mais humano sentimento. Em entrevista para a página do Grupo Lua Cheia de Teatro, ela rabisca com as palavras formas de uma arte em perene construção.

Em uma viagem literária pelo tempo, “Aracati era assim” emerge como um portal para a história viva de uma cidade que respira tradição e cultura. Sob a curadoria meticulosa do escritor aracatiense Antero Pereira Filho, esta coletânea transcende as páginas para se tornar um testemunho eloquente dos séculos de narrativas que moldaram a cidade natal de Adolfo Caminha. Cada texto é uma peça do mosaico que compõe a identidade desta cidade brasileira. Pereira Filho, com olhar atento e sensibilidade histórica, objetivou apresentar ao mundo uma obra que não apenas informa, mas também inspira. “Aracati era assim” é, segundo o autor, um convite para entendermos as motivações que continuam a tecer o presente da Terra dos Bons Ventos.

Em um panorama artístico repleto de nuances e mistérios, Gerson Ipirajá emerge como um protagonista singular, cuja obra reflete não apenas talento, mas também uma profunda conexão com suas raízes e uma incessante busca por novos horizontes criativos. Em nossa imersão na entrevista com esse artista visual, somos convidados a desvendar os caminhos sinuosos que o levaram a se destacar no cenário artístico contemporâneo. Sob a aura de ancestralidade e inovação, acompanhamos a trajetória desse artista que desafia os limites da expressão visual, revelando um universo de inspiração que ecoam além das fronteiras da arte convencional.

Jefferson Nogueira é um artista multifacetado! Em Aracati-CE, sua terra natal, ele se envolveu desde a adolescência com diversas expressões artísticas, como teatro, poesia, pintura e dança. Contudo foi o canto lírico que o cativou e o levou a seguir uma longa e dedicada jornada de estudos e aperfeiçoamento artístico. Hoje, ele integra o Coral do Amazonas, um dos principais grupos de canto do país, e participa de eventos e festivais de ópera. Nesta entrevista, conduzida por Marciano Ponciano, ele conta um pouco de sua trajetória, suas influências e seus sonhos na arte de cantar.

A poesia foi o meu primeiro encontro com a arte. Isto ocorreu na adolescência quando escrevi os primeiros versos. Uma experiência quase sempre solitária em que a palavra foi a matéria pela qual pude conformar a minha percepção estética do mundo. Tão solitário quanto o processo criativo foi saber que os poemas nascidos de modo tão laborioso repousariam, sem o poder imanente das palavras, no fundo de uma gaveta, amontoados.

Monday, 31 October 2022 21:58

“aracaty”: uma cena revisitada

Em 2009, escrevi a peça “aracaty” a pedido da atriz e arte-educadora Silvanise Ponciano. A montagem foi realizada pelo Grupo Dias de Teatro, coletivo formado por jovens atores/alunos do Instituto São José. O título da peça, grafada em letras minúsculas, traz a essência dos substantivos comuns, permite-nos perceber a história da cidade sob a ótica daqueles que a formaram sem, no entanto, ser-lhe menos justo quanto à sua importância e relevância.

Desde sua fundação, em 1990, o Grupo Lua Cheia percebeu na imensa e complexa tecitura que compõe as relações entre história e cultura na cidade de Aracati-CE fonte para a construção de relações entre arte e memória e fez disso seu mais importante contributo.

Netinho Ponciano é um dos personagens nascidos na cidade de Aracati cujas contribuições para a cultura e para a arte somam-se, além de sua própria história, à efervescente existência de coletivos musicais e artistas na cidade dos Bons Ventos em meados do século XX. Desde tenra idade sua identificação com a arte, especialmente a música, encontra registro na participação, como baterista, da banda Gimara, grupo formado por jovens alunos do colégio Marista de Aracati-CE.

Thursday, 31 March 2022 07:57

FOTOGRAFIA: NARRATIVA EM ATO, EM POTÊNCIA

Da infância em Vila Velha (ES) advém as primeiras influências vividas por Joe Lima com a fotografia. Em entrevista, partimos desse instante revelador até o diálogo com as influências, estéticas e singularidades presentes em sua obra.

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Sobre nós

O Grupo Lua Cheia, com sede na cidade de Aracati-CE, é um coletivo de artistas formado em 1990 com o objetivo de fomentar, divulgar e pesquisar a arte e a cultura.