Mergulhar na leitura de Cravos e Santas é retornar ao Aracati do passado e também ao Aracati de um presente ainda recente, onde nossas igrejas, ruas, costumes e hábitos e religiosidade se entrelaçam numa história de amor, mistério, suspense e política ocorrida na antiga e romântica cidade de Lisboa.
A capela setecentista de Nossa Senhora da Soledade, Aracati (CE) foi totalmente restaurada e será entregue para a população da cidade, no próximo dia 15 de setembro, data das festividades locais da padroeira Nossa Senhora da Piedade.
Aracati mantém, juntamente com Icó, a primazia de ser importante referencial para a compreensão da história cearense. Ambas se constituíram no passado como centros importantes para a manutenção do projeto colonizador português de cuja pujança pode ser verificada no patrimônio edificado das citadas cidades, elevadas a categoria de sítios históricos tombados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Histórico Nacional-IPHAN.
Saber sobre quantos escritores e/ou poetas nasceram na cidade de Aracati seria mais importante do que as poéticas por eles produzidas? Autor e obra se separam após a criação, todavia a obra segue denunciando seu criador como uma prova inconteste nas letras que o imortalizam. Saber sobre a vida de poetas e escritores torna-se tarefa completa quando conhecemos o fruto de seu labor: poema, conto, romance, peça etc. A obra dialoga conosco, um diálogo vivo com o autor que nos fala simbolicamente seja nas linhas da prosa, seja nos versos de um poema.
Ator, compositor, intérprete, publicitário essas são algumas das facetas do artista aracatiense Betto Lins que nos vem falar sobre seus processos criativos, projetos e poética a serviço da livre expressão.
A história do empastelamento do jornal “A Região” é um indício da intolerância política à liberdade de expressão no início do Século XX, em Aracati-CE.
Antero Pereira Filho escritor e contador de histórias, como prefere ser chamado, fala-nos de seu mais novo projeto editorial: a segunda edição do livro de contos “Histórias de Assombração do Aracati”.
A história de Netinho Ponciano funde-se a outras histórias importantes para a compreensão da cena musical aracatiense. Músico, intérprete, compositor, arranjador, pesquisador, colecionador e memorialista são algumas das facetas que norteiam a obra desse artista.
Marciano Ponciano, poeta, ator e arte-educador, revela-nos seu envolvimento em questões culturais na cidade de Aracati e destaca o protagonismo de grupos e sociedade aracatiense para o desenvolvimento teatral aracatiense.
Em 1945, o Centro Aracatiense publicava "Aracati e seus tipos populares" obra de Josias Correia Barbosa. O relato antropológico da cidade de Aracati se faz presente na descrição minuciosa de personagens anônimos- reminiscências da infância do escritor- imortalizados em sua crônica.
Na madrugada de domingo, dia 20 de abril de 1947, José Lucas, de 19 anos e Eliezer Valente da Silva de 18 anos, primos legítimos, moradores do Sítio São Francisco (São Chico), de propriedade do Cel. Raimundo Porto[1], saíram cedinho conduzindo um rebanho de reses com destino ao açougue do Aracati.
Adentramos o universo imagético do fotógrafo Alan Uchoa para revelar suas impressões estéticas, processos criativos e a importância dos sonhos em sua obra.
O Grupo Lua Cheia, com sede na cidade de Aracati-CE, é um coletivo de artistas formado em 1990 com o objetivo de fomentar, divulgar e pesquisar a arte e a cultura.